Homenagem ao Sr. António Fernandes
A Banda Municipal de São Miguel de Cabreiros presta homenagem ao seu presidente, António Fernandes, que se encontra ligado à instituição há mais de sessenta anos.
A Homenagem terá lugar no dia 22 de Julho de 2008 com missa às 20:30 h na Igreja Paroquial e concerto às 21:15 h pelas Bandas de Arcos de Valdevez e S Miguel de Cabreiros.
A Federação de Bandas do Minho associa-se a esta Homenagem.
Fiscalidade
Foi muito participado o seminário sobre fiscalidade aplicada às Bandas Filarmónicas, realizado na sede da Banda de Ponte de Lima e Orientado pelo Técnico Superior de Finanças Dr. Gonçalves Pereira, a 12 de Janeiro de 2008.
Filarmónica de Bouro faz 150 anos.
A Banda inicia as comemorações no Dia de Reis, com um Concerto de Abertura. Às onze horas, soleniza a Missa no Mosteiro Cisterciense. Às 15 horas, é apresentada a Orquestra Juvenil da Escola de Música, na sua primeira actuação. Segue-se o Concerto da Banda Filarmónica.
Banda Velha da Casa do Povo de Barroselas
Sem saber a data exacta da fundação da Banda Velha de Barroselas, sabemos que é velha pela idade e pelo respeito que merece, mas também para evitar a eventualidade confusão com a outra Banda da terra: a Banda de Escuteiros de Barroselas, que nasceu por meados da década de trinta do séc. XX.
A Banda Velha de Barroselas como é conhecida, é a mais antiga Associação Musical e Cultural da vila. Manuel José Meira de Oliveira, natural de Barroselas emerge na longa vida da Banda como fundador e primeiro regente que durante 20 anos esteve ao seu serviço. As Primeiras sementes estavam lançadas à terra, cabia agora ao seu filho, José Meira de Oliveira cuidar da sementeira para assegurar no futuro a abundância de um Outono (futuro) feliz.
Em 1900, surgiram várias substituições, sendo uma delas, Adolfo Costa que assume o futuro da Banda durante 40 anos, atingindo assim os píncaros da fama. Os anos trinta foram de facto os anos dourados da Banda. Depois de quatro décadas, a regência foi entregue a Manuel José dos Santos, conhecido por homem de 7 talentos. Era um músico completo a quem se premonitava um futuro radioso. Todavia a sua saúde vem roubar à Banda um dos seus maiores maestros. Depois de sua morte, assumiram outros substitutos, apesar da Banda entrar em letargia por um curto período de tempo. Não se ouvia uma nota, a tristeza era mais fácil de comunicar que a felicidade e isso se via no rosto dos músicos.
(…)
Ao longo de 141 anos, a Banda Velha foi a Banda sonora da vida das gentes de Barroselas. Os tempos mudavam, as ideologias, as pessoas, mas a Banda continuou sempre a tocar, quer na tristeza, quer na alegria, nos funerais, casamentos…Sempre a tocar, porque a música acompanha sempre a vida.

Banda Musical da Casa do Povo de Tangil
É muito difícil precisar com exactidão no tempo a data de fundação da Banda de Tangil, embora tudo aponte para 1838, já que há referências à participação da Banda na festa desse ano em honra do Divino Salvador. Esta relação levou mesmo a que durante muitos anos a Banda fosse conhecida pela designação de Banda de Música do Divino Salvador de Tangil. Como em muitos outros casos, a história da Banda de Tangil é muito rica e recheada de episódios curiosos de amor à música, à cultura e à freguesia. Conheceu momentos de expansão e outros de recessão e teve várias designações, até que em 1970 se passou a chamar Banda Musical da Casa do Povo de Tangil e a usufruir das suas instalações como sede. Em 1997, a Câmara Municipal de Monção reconheceu o mérito da Banda Musical da Casa do Povo de Tangil e atribuiu-lhe a Medalha de Ouro do Município.
Actualmente, esta Banda é constituída por 50 elementos, de ambos os sexos, sendo dirigida pelo maestro António César Carreira Gonçalves Lages desde 1977. Participa regularmente em várias dezenas de festas e romarias e em festivais e encontros de Bandas nacionais e internacionais.
A Banda Musical da Casa do Povo de Tangil tem em funcionamento uma Escola de Música, na qual leccionam quatro professores, dois da Banda e outros dois vindos de Tuy.

Banda Musical da Casa do Povo de Tangil Lugar das Cruzes - Tangil 4950-770 Monção
Telefones: 251 565 120 Tlm. - 96 3200 426
musica_tangil@mail.pt
Banda de S. Martinho da Gandra
A Banda de Música de S. Martinho da Gandra está integrada, desde 1986, no Centro Social Paroquial de S. Martinho da Gandra, Pessoa Colectiva de Utilidade Pública. Em 1996, o Centro Social de S. Martinho da Gandra, deu continuidade à Escola de Música, existente há anos, e que tinha como professor António de Pádua Fernandes Lima. A formação musical dada a muitas dezenas de crianças, adolescentes e jovens, nesta escola, possibilitou que a Banda reaparecesse, após nove anos de inactividade, nas Festas de S. Martinho, no dia 10 de Novembro de 1996. Desde essa data conquistou a simpatia popular. Actua hoje com mais de cinquenta elementos, todos das Terras da Ribeira Lima, maioritariamente da freguesia da Gandra. Actualmente a Banda de Música de S.Martinho da Gandra é dirigida por Hélder Fernando Cardoso de Sousa Magalhães.
A Banda foi fundada em 1936 pelo Padre Manuel Antunes de Oliveira.

Telefones – 258 948 483 258 948 460
Fax – 258 948 695 site: http://bandasaomartinhodagandra.hi5.com/
Grupo de Cultura Musical de Ponte de Lima
A Banda terá nascido no ano de 1824. Contudo não há prova documental que fundamente tal marco temporal. No entanto é provável que até à aurora do séc. XX, a Banda já tocasse.
Do séc. XIX, somente sabemos um pouco da vida de um dos grandes músicos da Banda chamava-se Domingos Vaz, na Terra era conhecido como Domingos Flautim. Nasceu em 1886 e viveu a sua infância no seio de uma família com fortes tradições musicais. Com apenas 12 anos de idade ingressa no grupo de instrumentistas, na altura o regente Manuel Fernandes, que todos na Terra o tratavam por Bernardota apercebeu-se que o rapazinho tinha uma inclinação especial para a música. Rapidamente ascendeu a um lugar de destaque entre os seus pares.
Ao abrir o séc. XX, Ponte de Lima parecia estar sozinha no mundo, os músicos eram homens simples, que nem dinheiro tinham para o seu uniforme e para o seu instrumento.
Entretanto, ao longo do tempo houveram várias substituições de homens célebres (maestros). Com apenas vinte e poucos anos, José Pereira de Sousa conhecido pelo nome “Mónica” assume a regência estando consciente das suas capacidades e do seu génio, dava-lhe para a contemplação e passava horas sozinho a pensar no futuro da Banda. Não era fácil dirigir músicos amadores, que todos os dias tinham de cavar o seu pão. O Maestro sabia que a fome, o desejo de sobreviver estavam sempre à frente da música, o que não impedia, todavia, de fazer a Banda melhor, maior e mais respeitada.
Assim o conseguiu. Em 1950 teve de partir para Lisboa, para ingressar na Banda da GNR. Mas o amor pela música e pela Banda ficou plantado para sempre no coração dos seus músicos. A Banda, trilhava, então um caminho seguro.
Novamente necessário, outras substituições, a Banda conseguiu vários êxitos.
Tanto “Mónica” como os seus homens amaram, lutaram e tocaram sempre em nome da Banda e de Ponte de Lima. Já com setenta e muitos anos Mónica deixa a regência da Banda devido à sua idade.
Em 2001, o major José custódio da Silva Gonçalves aceitou a regência a convite do Exmo. Presidente da Câmara, e assim concluíram com uma grande festa em Ponte de Lima.

Telefone - 965308285
Banda Musical de Monção
O registo mais antigo que se conhece está escrito numa acta da Santa Casa da Misericórdia de Monção, de 25 de Fevereiro de 1792, e nessa época era conhecida por Banda de Muzica da vila presumindo-se, contudo, que a sua existência seja ainda anterior.
Em 1792, Gonzallo José de Moiños, de nacionalidade Espanhola, foi o primeiro Maestro.
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Pela Direcção da Banda de Monção passaram outras figuras carismáticas, que a mantiveram viva e com qualidade, Manuel Guedes, António Guedes, Manuel lúcio de Paris, Avelino Rodrigues Soares, Cândido Gonçalves Cardoso e José Adriano Oliveira Cruz.
A Banda Musical de Monção, através dos tempos, participou em milhares de festividades e em todo o tipo de eventos culturais tais como: romarias, procissões, concertos, encontros de Bandas, concursos, germinações de Municípios, gravações, recepções oficiais, homenagens e actos solenes.

Fax – 251 651 370 Telemovel - 96 7 607 992
Banda Musical Lanhelense
A sua fundação não está escrita nos documentários, apenas se sabe pela memória de alguns homens da Terra, aponta 1850, como o ano da fundação da Música de Lanhelas. Conta-se então que os músicos resolveram intenções para criar um projecto de maior sopro nascia, assim, a música de Lanhelas, que mais tarde através de um crescimento procurado, assumiria o nome de Banda de Música Lanhelense.
Em 1890, José Maria gomes da Rocha, músico e dirigente da Banda, conhecido na Terra por Tio Dezoito contratou para mestre um músico profissional de nome Silva. Em que este estava sempre pronto para acudir aos problemas da Banda, e que os músicos tinham a Fé que era a escada para ultrapassar o muro das dificuldades.
Como em todas as Bandas havia substituições nos diferentes anos. Em 1953, a Banda já contabilizava 36 músicos e passados quatro anos o nº aumenta para os 37 e acabará por se manter até meados da década de setenta. Em 1985, atinge os 43 elementos. Este sinal de pujança, paradoxalmente, acabou por coincidir com um período de declínio da Banda. Ela realizou vários concertos em diferentes lugares, e com a ajuda dos maestros, a Banda contabilizava 50 efectivos.
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Com um olhar para além do rio, a Banda persegue, o sonho de ser mais porque, como escreveu Torga, a fome do Poeta é o pomar todo. A instituição continua o seu caminho sem fim. As coisas da música têm esta vontade: não morrem. O sonho e a memória não são do tempo, são do ontem, do hoje e do que há-de vir. Eterno.

Telefone – 258 727 282


